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La Niña traz novos desafios para a agricultura

Após sofrerem com os estragos causados pelo El Niño, definitivamente os produtores não terão folga esse ano com a chegada da La Niña.

Marcada e castigada pela influência do El Niño, a última safra (2015) sofreu estragos que durou até o primeiro semestre deste ano. Com o efeito climático, o Brasil situações extremas, como temperaturas abaixo da média, altas temperaturas, chuvas em excesso e estiagem. Agora, com a chegada da La Niña, a situação muda.

De acordo com a Climatempo, o fenômeno começa a se configurar no Pacífico a partir do início da primavera e as plantações de diversas regiões poderão ser prejudicadas com sua influência.

Assim como o El Niño, sua ocorrência gera uma série de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao redor da Terra. “A La Niña é a fase fria de um fenômeno atmosférico-oceânico. Ela é caracterizada pelo esfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical”, explica a meteorologista Bianca Lobo.

A ocorrência deste fenômeno altera a umidade e calor ao redor do globo, transformando ou potencializando características normais das estações do ano.

Os produtores precisam planejar melhor os períodos de plantio. “As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ter temperaturas de normal a ligeiramente acima da média, ou seja, bem mais ameno do que nos últimos dois anos. Já o Norte e Nordeste devem estar mais quentes, mas em relação ao ano anterior será mais ameno também”, pontua o meteorologista da Climatempo, Alexandre nascimento.

De acordo com ele, a La Niña deve estar configurada no Brasil a partir de outubro e deve permanecer ao longo de 2017. As principais características desse fenômeno para o período são calor dentro do normal, ou até um pouco acima da média na maior parte do país, e chover mais do que a normalidade no Nordeste e Norte.

Fonte: Folha Agrícola

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